Bernardo Almeida


O Brinde Da Moeda Humana

Se teu corpo estremecer, bem-vinda seja à minha morte
A fossa fúnebre dos que te repelem, no canal,
Faz companhia àqueles que fingiram te amar
Sentados quando precisaste, e, de pé, para agraciar a tua desgraça
Ninguém torceu por ti porque na vida todos são homens
Arrogantemente frágeis, um espectro evolucionário distante
Da terra, a miséria emana suas divergências e desigualdades
Com mais ferramentas que membros e pensamentos
Intolerantes e contundentes, um cacho de débeis articulações

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