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Carlos Aragao

(10-17-1959 / Brazil)

FlOR DE ANIS


(Carlos Aragão&Perséfone Diana)

Revivemos das cinzas,
daquilo que nos faz diferentes,
estava nas luas e nas flores,
sempre presente...

Lado a lado seguíamos,
perdidos do sentimento.
Entre caminhos e florestas,
sempre relembrando aquele momento...

O momento que éramos únicos,
indivisíveis num mundo às avessas,
onde toda musica nos pertencia.
E todas as estradas eram nossas.

Dezesseis mil noites te procurei...
dezesseis mil dias te perdi.
Dezesseis mil vezes te encontrei,
dezesseis mil vezes te expulsei.

E de repente,
simples assim...
Te reencontro neste jardim,
que plantou dentro de mim.

O estirão da esperança me sustenta
tumultua a terra que traz o tempo
desfazendo pétalas mortas o cravo roxo jaz.
Ritmada melodia atravessa devaneando.

E todas as flores renascem,
com um novo matiz,
brotando solenemente,
na forca da raiz.

E crescem em esplendor.
Impossível deter a natureza...
E me afogo em você,
me entrego a sua beleza.

Minha carícia em sóis e luares nossa morada
conta a história do amor absoluto
deitar seu amor em meu aroma,
é descobrir a existência eterna que nos conduz.

Meu jardim floresce,
minha sede de você é insaciável,
minha estrada uma vez sem destino,
e agora um futuro palpável.

Adentra na minha natureza
se farte na seiva que brota
deixa marcas nos caminhos
Compreenda o sinal da minha mão.

Erguendo o punho direito
sutilmente inverto o tocar de mãos.
Igual o ramo que cai do lado esquerdo
faço uma cruz deitada enterrando um coração.

Cerre os olhos sentindo a flecha que atravessa
creia que o mundo é mais além do que nasce.
Sinta estou nascendo no seu âmago
por que amar é renunciar flores sem essência.

Inocente criatura traça o rumo
e não vê que tudo leva no mesmo caminho.
Dezesseis mil vezes volte o seu rosto dócil
amanhã no silêncio que ronda o mundo.

Dezesseis mil vezes morrendo na estrela divina.
A brisa inimiga mata a solidão e eu te digo:
_Dezesseis mil vezes aguarde-me no romper da esperança.
Está perto o futuro antes distante...

O limite do secreto e do amor
está na irracionalidade na promessa do vento
vê que dezesseis mil vezes é pouco
diante da soma de tudo que nos faz.

O frescor tomado nos leva aos ares
o traje circunda-se no corpo que despe...
Veja! a esperança do sonho plantado
Gerou a flor de anis no amor além da eternidade.

Submitted: Friday, February 22, 2013
Edited: Friday, February 22, 2013

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