Meus olhos sedentos pela barbárie do amor
Suavizam-se com o canto da tua voz,
Faça sol ou faça chuva, embriagando-se à luz da lua.
Hei de me hipnotizar por teu silêncio e magnitude,
Limpar-me-ei dos pecados
E das dores do passado
Pra amar-te e desejar-te demasiadamente.
Cultuarei teu corpo como cultuo uma deusa,
Desejarei teu toque, como uma prece sagrada
Louvarei teu sangue dourado como uma safira recém-encontrada,
Jurarei minha vida pelo teu amor incondicional,
Caso a tua reciprocidade seja revelada.
Amas-me? Desejas-me? Endeusas-me?
Farás-me feliz? Jurarás o teu amor?
Serei tratado como uma preciosidade rara?
Farias tudo o que eu faria por ti?
Ou apenas gozarás do desejo que sinto por ti,
Sem que me prometas o teu desejo me troca?
Provéns do inferno! Ingrata!
Por que eres assim?
Deveras amável e desejável.
Não te cansas de ser um ser louvável,
Ao ponto de me levar à loucura
E de me esquecer de viver propriamente?
Não me deixas em paz, meu amor
Odeio-te por tudo isso.
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