Cousas fraternas, cósmica lembrança
Divina esperança,
Que se expande num ímpeto infinito
E se condensa em formas de granito,
De terra e fogo, - as brutas formas belas!
E acende na imperfeita criatura
(Humanizada noite, com figura)
As almas, que são íntimas estrelas.
A mais profunda e viva inspiração
Deixa, da sua enorme criação,
Em palavras de tinta, o resplendor dum verso.
Assim a esperança, eternamente a arder,
Seguindo etéreo rumo,
Vai deixando, no espaço, as formas do Universo,
Vagos sinais de fumo,
Recordações mortais do seu divino ser.
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