Tum Tum! Cabeça dói, porque tudo isso me consome.
Quanto mais tiram mais grande fica, sempre vem e nunca chega,
já não tenho, mas preciso. Tive, desperdicei, sem arrependimentos,
mas se pudesse eu voltaria atrás!
O tempo escorre, um rio seco de promessas,
sinto falta do que se perdeu nas correntes da vida.
Busco algo que se desfaz nas mãos,
e quanto mais procuro, mais vazio encontro.
As memórias, como ecos distantes, gritam o que já não é,
em um campo de sombras onde o desejo se perde.
Viver na lembrança do que foi,
é um ciclo sem fim, um desejo nunca saciado.
E assim, cada dia é um recomeço,
um espelho quebrado refletindo o que não volta.
No compasso da dor, a esperança se desfaz,
mas ainda, sigo procurando o que me faz falta.
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