morreremos repetidamente sobre esta praia, nas margens da luz Poem by Manuel Gusmão

morreremos repetidamente sobre esta praia, nas margens da luz

morreremos repetidamente sobre esta praia, nas margens da luz.
A rosa declina a sua autobiografia, obliquamente caindo
sobre quilómetros e quilómetros de florestas insistentes,
sobre a sombria arquitectura desta terra longamente apaixonada,
sobre a rosa que sobe até à aérea metalurgia das nuvens.

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