No cesto da roupa suja
de qualquer quarto do mundo
uma mãe saberia reconhecê-las.
Suportaram as investidas do tempo,
as agressões do lixo,
os estragos do primeiro amor
os rasgos da primeira contenda,
as nódoas da fruta,
os espinhos da rosa,
a rosa do amor,
o vómito amargo de sábado à noite,
o sangue do amigo no carro desfeito.
This poem has not been translated into any other language yet.
I would like to translate this poem