Às vezes compreendemos algo
entre a sombra e a sombra
E é como se no íntimo um gesto nupcial
se desenrolasse como uma sombra ainda
mas vertical E então respirarmos
é fluir no olvido e no sossego que alisa
como se o outro em nós fosse o mesmo inicial
E sem figuras entramos em contacto
com o vazio ardente
que envolve todos os contrários numa afirmação silenciosa
e dentro de nós consuma a mágica obscuridade
em que ser é como não ser e não ser como ser
This poem has not been translated into any other language yet.
I would like to translate this poem