Na taça de vinho, o amor se revela,
A noite é suave, a calma nos sela.
Cada gole apaga o que já foi dor,
E esquecemos o que não tem mais valor.
O passado se dissolve em cada sip,
O presente é leve, sem mais nenhum grip.
No calor do vinho, a alma se acalma,
E a tristeza se esconde, a paz nos embala.
Assim, ao brindar, nos reencontramos,
No simples prazer, os sonhos dançamos.
O que sentimos antes, já não existe,
Em cada gole, um novo amor persiste.
A lua observa nosso encontro sereno,
Enquanto o vinho apaga o mal-tempo, ameno.
O mundo lá fora é apenas uma sombra,
Em nossos corações, só a alegria assombra.
Os segredos se soltam em risos e palavras,
E o que antes nos magoava se desdobra.
No brilho da taça, vemos a verdade,
Que o amor verdadeiro vive na simplicidade.
O vinho nos une, nos torna mais leves,
E as lembranças de dor se tornam breves.
Na calma da noite, nos perdemos e achamos,
Que na taça de vinho, o amor sempre encontramos
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