Desflorada e tingida a sua virgindade,
trespassada num véu bolorento...
Que recorda uma inocência rasurada e celeste!
Corpo sagrado num templo rejeitado
é o orvalho da meia noite
que a deslumbra como o mel,
alva do meio dia,
com sabor agridoce,
deixa a marca do amor
num alpendre sem vestes!
This poem has not been translated into any other language yet.
I would like to translate this poem