Pingo De Esperança Poem by Majete Matine

Pingo De Esperança

Plandescente como é
Nunca se pensaria no tal
De tão raro que é
Orquídeas vindo da nascente

Espumado é
Meu coração ganancioso
Roeu -me da carne até ao osso
Lavei me daquela sujeira
Sim. Sim Sujeira é

Diplomate é
Dei continença quando vi
Sim vi
O amor da minha vida
Daquela vida sonhada falida
Mas ridícula é a minha esperança

Pingo De Esperança
COMMENTS OF THE POEM
READ THIS POEM IN OTHER LANGUAGES
Close
Error Success