Nunca, Nunca. Poem by Julio 2 Amarante

Nunca, Nunca.

Rating: 4.0

Que o show não pode parar sem ser atropelado
Que o ser não se pode furtar, mesmo já outrado,
Qual a conclusão da guerra do código no tensor flow
É a conclusão do salgueiro vergado,
Desvairado, comboio descarrilado
É uma resposta que, abstrata e ética presumem,
Que eu a não, nunca, nunca, definitivamente dou.

Nunca, Nunca.
Sunday, August 30, 2020
Topic(s) of this poem: introspection
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