Tu, que te aguardo e espero,
Tu, salvação de marinheiro,
Tu que aí vens,
Para enfim me tornar um pomar inteiro,
Cheio de fruta madura,
Onde páras tu,
Eu que te espero e aguardo,
Enquanto os dentes da Raiva
Mordem o meu prolífico bardo,
Onde páras tu?
Meu nome esquecido, trágico como Abelardo,
Vem e alivia este tão tremendo fardo,
Tu que te aguardo e espero ora, agora.
This poem has not been translated into any other language yet.
I would like to translate this poem