Quando estás fodiido
Perdido nos meandros
Nos neurónios curtocircuitados,
Nos teus membros mal cuidados,
Não tens um amigo, corres perigo.
Socorro nunca pediste,
Sozinho já many times partiste,
Encaras o teu sangue derramado
Como um esperado fato já consumado,
Nas asas do destino, no antro de cassandra,
Riso do there is no fate, it is what we make,
Fruto de cineastas que conheces,
Produto de esperanças que não mereces.
No surfar da onda a que chamam tempo,
Já tiveste o teu dia, hora do contratempo,
Sem quinta nem oitava, sem tom ou clava,
Apenas uma sereia que busca e te acaba.
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Very grateful to the author of the image, my layers are few and my time is gone...Sorry and congrats, for the poem and for the...