Por que não desejo grémios,
Porque não passar para além
De não saber afinal quem
É o patrão não, nada, scepticémicos?
Hoje a pé na rua e o HLC a tratar
Do vazio do céu azul onde ia eu a andar,
Do vácuo onde vivemos, do vazio que somos.
Pois que patrão não tem, dispensa o desdém
Vive com o que cada qual tem
Sem te importares com o que vem
Pois que vem, isso vem.
E nada que cantes,
Nada de adiantes,
Prestidigitção atroz
Há-de calar a inquebrantável voz
Dos avós. Daqueles que seremos nós,
Queira o destino, a dona sorte,
Ou uma vida cheia de nós
Que respeite o nosso pesado porte.
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