Uma estrada é nossa
e a nossa estrada é nada
Todas as marcas de máquinas de escrever
Alinhadas
Não chegariam
Ou bastaria uma para a estrada
A via intrincada do mundo é do destino de ter de escrever
A sua estrada
Ou ela é escrita por outro.
A minha estrada é do último tipo.
Só a minha solidão é feroz
É esconde o silêncio
A falta de tudo confunde-se
a presença do suficiente
Do qual nunca se é sciente
Até
Se dar conta
This poem has not been translated into any other language yet.
I would like to translate this poem