O passado roubado numa gata faminta,
Que não lava a louça, que dizem que não presta.
Ela ama os ventos loucos nos cabelos soltos,
Ela não vai a Harlem nem sobe à boca do Falete,
Ela não transa com um, engana e fascina sete.
É uma miragem, é uma imagem, minha aleivosia,
Minha teimosia, meus sonhos e falta da maresia,
Do mar salgado e do Skunk, erva esclarecida,
Ela é com quem podia ter dançado toda a noite,
Até a aurora salientar as cores de olhos visionários,
E se furtar a qualquer consequência ou açoite.
Ela é a luz que me ilumina e me diz:
Meu bem, não vai, fica só mais esta noite.
Eu dei, fiquei, e na verdade peguei o maior
Açoite, tiro porrada e bomba,
Uma festa de valpurgis de arromba.
Essa gata de arromba eu libertei,
Tanto o choro, perdi o decoro,
Mas me apertei e por amor a ela não mais voltei.
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For convenience and truth I say keyboards multilingual are not to trust. After all, what is? A poem about a lover, a house, loss and rebirth.