Zampakutou Poem by Julio 2 Amarante

Zampakutou

Os choros imanentes, os dentes dos não presentes,
Digo os sentientes ora não mais naturais quentes,
Esses não me mordem e poucos há que me acordem
Da tarefa inelutável de ser patético e insuperável.

Sou o fio outrora embotado, às vezes disconnected
Zampakutou overdimensioned,
Ordinary and far from perfected,

O olho do mar sem fim, a recusa do Delfim,
Sou aquele que não sabem porque vim,
Arredemarredias areias e peias pois que vim, vim.

E não há nada em mim que não sintonize com ocaso,
Fim
Nem a irrealidade de pensar saber razões,
Explicações
Além do ofuscante horizonte dos monstros e das ilusões.

Zampakutou
Sunday, May 3, 2020
Topic(s) of this poem: introspection
COMMENTS OF THE POEM
READ THIS POEM IN OTHER LANGUAGES
Julio 2 Amarante

Julio 2 Amarante

Porto, Portugal
Close
Error Success